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Queria? Já não quer?

Estabelecimento gerido por taberneiros armados em finos.

Queria? Já não quer?

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Tema do dia - Super Poderes (#03)

A meu entender um super herói é alguém que usa os seus poderes para salvar o bem-estar de outros, que arrisca a sua própria vida para facilitar a dos outros. Sendo assim, anuncio ja que seria um super-vilão se a ocasião se proporcionasse.

Se me fosse dado poder ilimitado, todas as escadas seriam rolantes para mim, todas as mulheres achar-me-iam atraente e quando alguém estivesse a contar uma história, passaria logo para a parte que realmente interessa. Por enquanto até parece que não sou um malfeitor de primeira, mas no fundo era mais o estupendo homem-conveniência.

Mas duvido que me levassem sempre a bem. É que provavelmente teria também o poder de passar à frente nas filas de espera, talvez até de ser o homem mais bem sucedido do mundo, à custa do fracasso dos meus adversários. Bem mauzão, eu.

Ok, talvez não seja ameaçador o suficiente para ser derrotado pel'Os Vingadores, mas pelo menos um polícia ou dois eram capazes de me tentar parar, ou pelo menos mandavam-me fazer a minha cena pela calada sem incomodar os vizinhos. Principalmente no que toca à minha banda de super poderes. Pois é, vou ter uma dessas, com bongos voadores e tudo.

índice.pngIsto não quer dizer que não conseguia ser maléfico. Eu podia forrar os quartos dos meus inimigos com Legos, por exemplo. Mas a minha maldade vinha claramente de não ajudar ninguém e de só pensar em mim. Não é uma coisa que nações inteiras se unissem para me deter, eu seria mais o homem que passa na rua e uma mãe diz para o seu filho: "Cuidado Martim, não te chegues perto desse senhor".

Seria o Capitão Duvidoso! Ou o Egoísta Atómico! Seria aquele que lembra à humanidade que a vida é injusta e que, às vezes, Deus dá nozes a quem não tem dentes.

Pelo menos tinha uma lição a dar.

Tema do Dia - Super Poderes (#02)

O tema do dia de hoje, ao que parece, é super poderes.

Da minha parte, só gostava de ter dois: o super poder de saber como se escreve correctamente "super poder", e o super poder de aniquilar todas as pessoas que escrevem "puder" quando querem dizer "poder".

 

Ah, e o super poder de fazer compras grátis em qualquer super... mercado.

Supermarket-Troll_o_137383.jpg If you know what I mean...

 

Em relação ao primeiro: então, Srs. Professores das Cenas, em que é que ficamos? Afinal, é "super poder", "super-poder" ou "superpoder"? E agora com esta coisa do novo Acordo Ortográfico, muda alguma coisa ou fica tudo igual? E igual a quê, já agora, que eu nem sei como se escrevia inicialmente?

 

Em relação ao segundo: é só estúpido dizer-se "puder" quando se quer dizer "poder", não há muito mais a acrescentar. Por isso é que quero "puder" aniquilar essa gente à vontade - ha ha... Desculpem.

 

Pronto, é isto. Abraço, seus super coisos!

Ou "super-coisos"?

Espera, ou "supercoisos"?

Tema do Dia - Super Poderes (#01)

Numa altura em que está, novamente, toda a gente obcecada com o super homem, o batman e outros que tais, está na altura de este blogue se juntar a este género de discussão com um tema clássico e já discutido por todos: Super poderes.

 

Ora, então que super poder gostava eu de ter? 

Para começar, há que notar que eu não teria interesse nenhum em usar os meus poderes para o bem ou algo que não me beneficiasse. Não tenho nenhuma vontade de ser super herói ou algo que o valha, toda aquela conversa de responsabilidades e deveres... nah. Só me iria trazer chatices, já vi os filmes. Além disso, gosto muito da minha família e estão todos vivos, portanto não possuo aquela aura trágica que acompanha todos os que se dedicam a essa actividade de benfeitores. No fundo, sou um bocado egoísta com isto, não vou enganar ninguém, e preguiçoso. Bastante. E aí é que está a minha principal motivação. 

 

Portanto, a ter um super poder, eu escolhia controlar a sujidade. Eliminar e/ou controlar. Sim, a sujidade. Todo o esterco existente, todo o pó... tudo o que considerasse "sujidade" e me quisesse livrar, podia controlar só com a mente. Pode não parecer, mas faz sentido. Para mim. E isso é que me interessa, e não o que vocês pensam. 

Eu nunca mais teria que limpar a casa! Nunca. Bastava fazer desaparecer toda a sujidade. Todo o pó a voar pelas minhas janelas fora, toda a sujidade a ser sugada da minha loiça e roupa, nunca esfregaria uma sanita. Só aqui eliminava cerca de 73% das tarefas que tenho que fazer - eu e toda a gente, para deixar um espaço minimamente habitável -, poupava imenso tempo, que podia aproveitar para não fazer nada. Sim, não ia usar esse tempo para algo produtivo, já tinha estabelecido que a preguiça era uma das minhas maiores qualidades; há que ser positivo e gosto de a encarar como tal. 

 

Era só isto, então, que retirava dos meus super poderes? Não. Mas, se fosse, já ficava bem satisfeito. Ter poderes que me facilitassem o trabalho e me permitissem desfrutar de todo o esplendor da minha preguiça, para além da satisfação de trabalho cumprido, era mais que suficiente. Mas pensem comigo: como podia utilizar mais este meu poder para beneficio próprio, sem ter de colocar outros em risco? Posso não ter interesse nenhum em ser um herói e receber atenção, mas não tenho a força de vontade e comprometimento necessário para ser um vilão também - mais uma vez: preguiça. A principal motivação.

Bem, criava um negócio. Vejam, ia ser a melhor empresa de limpezas de todo o mundo. Não ia ter muitos custos associados, porque apenas eu seria o essencial. Não me exigia esforço nenhum, porque com os meus poderes, cada trabalho levava segundos a ser concluído e a estar melhor que nunca. Emprego garantido, ia conseguir os melhores contratos com as maiores corporações, limpeza instantânea e perfeita. Riqueza sem igual e sem trabalho nenhum. E tudo derivado de um poder "estúpido". E sem esforço. Não podia ser melhor que isto.

 

Sim, se eu quisesse experimentar a vida de herói, também podia, caso me fartasse de ter muito dinheiro e tempo livre e tudo o que queria. Controlando toda a sujidade do meio e atirando-a à cara dos malfeitores ou usá-la para minha protecção e como arma de ataque. Ninguém consegue levar a cabo um assalto quando não pára de espirrar devido a todo o pó que lhe vai dando na cara, ou, então, ninguém consegue concluir um homicídio quando 80 quilos de um tsunami de esterco lhe varre da cena do crime. 

 

Não quero é enganar ninguém, portanto, este último parágrafo sobre usar os poderes para ser um herói não passa de uma piada. Nunca iria por aí. Nenhuma vontade disso. Agora, o resto é tudo verdade. Porque... preguiça. Muita. Muita preguiça. 

 

 

 

 

 

O Tema do Dia de ontem.

O Tema do Dia de ontem, escolhido pela minha ilustre pessoa, foi a pornografia.

Escolhi-o a pensar que os meus pares me iriam dar boas dicas de novos artistas, e de tramas diferentes, mas acabamos todos apenas por reclamar do estado da arte e por dar dicas de como seria se fôssemos nós a mandar na indústria.

O que até acaba por nem ser mau, porque os executivos da área podem sempre servir-se destes posts para se melhorarem...

A mim é que não ajuda muito, em termos de onanismo.

Tema do Dia - Pornografia (#03)

     Pornografia para mim sempre foi um tema de desilusão. Desilusão primeiro que nada porque a grande maioria dos componentes envolvidos são falsos e, vamos ser sinceros, isso tira metade da piada à coisa. Afinal, de que serve ao Capitão Gancho ser o campeão do braço de ferro se todos os outros concorrentes estão em desvantagem se não possuem os mesmos avanços tecnológicos e desistem e/ou acabam a sangrar das suas mãos muito verdadeiras? E vocês diriam: "que analogia estúpida Daniel", ao que eu responderia "isso magoa, as palavras também aleijam". 

     Mas de volta ao assunto: não só as componentes dos actores porno são falsos, como todo o cenário é falso. Eu como fã de cinema nem consigo descrever a irritação que me ataca quando os "actores" desta arte parecem ter a pior poker face da história: sim, eu sei como isto acaba e eu sei que aquele bombeiro salvou todas as meninas do ginásio e só há uma maneira de elas o recompensarem, logicamente, mas era mesmo necessário estas despirem-se enquanto o bombeiro apaga o fogo (literalmente, embora 5 minutos depois...metafóricamente)? Não há desenvolvimento das personagens, não há motivo no geral e nunca há um bom twist no terceiro acto. Tirando aquele filme porno que vi sobre dançarinos em que eles estão a dançar o t... e depois... bem não interessa.

porn star.jpg

 

     O que me leva ao meu ponto final: eu poderia ter transformado isto tudo, e para melhor. Investigações indicam que, ao contrário do que se possa pensar, a maioria dos homens têm uma tendência para se focar nos olhos das actrizes quando estão a ver pornografia. Ora mais uma desculpa para se contratar realizadores de jeito para filmar isto, Tarantino adora focar-se nos olhos das suas personagens e aposto que ele era capaz de nos dar um Sexy Western e pêras! 

     E eu, que por obra do acaso tenho dois olhos, acho que passei ao lado de uma carreira na área. Partindo do pressuposto que os homens recebem similar atenção claro. Mostrava os meus olhos e o resto do corpo nus, tudo bem, mas também era capaz de fazer umas transições bonitas e talvez um flashback com a backstory do Fabinho, o bombeiro que tem uns abdominais incríveis, mas no fundo só quer alguém para fazer conchinha no sofá, que o faça esquecer os horrores que viu no Vietname. 
     Eu sou capaz, produtores pornográficos, acreditem em mim, eu até sou capaz de crescer um bigode se necessário. Deixo a minha foto como CV, espero ser suficiente.

Tema do Dia - Pornografia (#02)

Quase que já não ia a tempo de me debruçar sobre este tema, estava perdido na pesquisa. Mas isso fica para outra altura.

Eu identifico um problema na pornografia que é ser tudo ao contrário. Isto comparado com a normalidade do mundo real. 

 

Em qualquer outra situação se alguém se virar para o colega de trabalho e lhe disser que mal espera para lhe ver sem roupa, ou para tirar a camisa porque se quer perder naquele mundo fantástico ali escondido, é garantido que vai enfrentar um processo disciplinar por assédio sexual e, provavelmente, o despedimento. No entanto, nos bastidores do mundo pornográfico isto é a norma e não passa de conversa de circunstância. Andar pelo "escritório" a passar as mãos por tudo o que é corpo, massajar as pernas da "contabilista" com óleo, oferecer favores sexuais para recompensar um bom trabalho, é tudo comportamento aceitável e encorajado na pornografia. Mas, lá está, no mundo real, não passava de assédio sexual, processo, cadeia até. Deve ser o único local de trabalho em que o chefe propor sexo à sua subordinada como forma de esta subir na carreira e receber mais dinheiro pelos seus serviços não é um escândalo, mas algo desejado. Tudo ao contrário! Isto pode confundir as pessoas...

O que seria assédio sexual na pornografia, então? Já que aquilo que passa por isso no resto do mundo, e locais de trabalho, na pornografia é resolvido com o consumar desse assédio. Não faz sentido. E, se há coisa que eu goste, é que a minha pornografia faça sentido e seja coerente. Por esta lógica, sendo tudo ao contrário, será que é grave e "assédio" se na pornografia alguém não for apalpado? Se durante o dia de trabalho um dos actores não elogiar ou não se expuser aos colegas? Se não propuser actos sexuais durante o almoço? 

 

 

 

Isto faz confusão às pessoas. Nada funciona como no mundo real. É assim que vamos educar as nossas crianças? A dizer-lhes uma coisa e a mostrar o exemplo contrário? Eu não tenho filhos, mas suponho que se use a pornografia como forma de ensino. Mesmo que não se queira é aí que vão parar, portanto, que raio de exemplo estamos a dar ao mostrar um funcionamento incorrecto e disfuncional de um local de trabalho? Depois admirem-se...

 

Tema do dia - Pornografia (#01)

Digam-me uma coisa... Quem é que definiu que nos grandes clássicos da pornografia tem de estar quase sempre implícita uma transacção comercial envolvendo dinheiro?

Sim, eu também gosto imenso da trama do "Sr. canalizador, não tenho dinheiro aqui comigo, mas...", ou, "Sr. entregador de pizzas, não tenho dinheiro aqui comigo, mas..." Só que esse argumento é utilizado tantas vezes na pornografia que os vídeos já deixaram de parecer realistas! E, se há coisa que eu prezo na minha pornografia, é o realismo.

A minha sugestão é a seguinte: porque é que não se varia nas histórias, do tipo, "Tenho aqui um cromo repetido do Éric Cantona, velha glória do futebol francês e inglês. Tens algum para troca? Ai não tens, pois não, sua marota?"

E pronto. Mantinha-se o lado comercial da coisa e não tínhamos de envolver, mais uma vez, o pagamento monetário por um serviço.

normal_kids-cards.jpgMas pronto, não liguem ao que eu digo, que não é preciso...

Tema do Dia - Substituições (#03)

Muito bem, substituições... Vamos começar pelas SN2, penso que são as mais simples de perceber. 

 

 

Esperem, se calhar não é este tipo de substituições que é suposto falar. Às vezes confundo as coisas.

 

Ora bem, voltando à estupidez então. Pensei sobre o que havia de falar a respeito deste tema e cheguei à única conclusão que havia: eu substituiria o meu casaco e o meu carro por um par de asas. 

Percebam uma coisa, eu com um par de asas, que podia pôr e tirar consoante a minha vontade, óbvio, dispensava um casaco. Pode não ser a opcção mais clara, mas bastava envolver-me nas minhas reluzentes penas e todas as funções de um casaco estavam cumpridas. Com o carro é mais simples de perceber, pois com as asas tinha meio de transporte assegurado. Além disso, com as asas não pagava estacionamento, não gastava dinheiro em manutenção e combustível nem apanhava trânsito nenhum à conta de todos os pombos preferirem passar o seu tempo a passear calmamente pelo chão (sim, são muito estúpidos).

 

 

Isto ia ser muito giro, mas não deixa de ser redutor. 

Se eu tivesse asas nunca mais pagava por comida. Podia substituir esse hábito ao voar pacificamente por cima de uma qualquer esplanada à espera da minha presa e, quando esta se apresentasse, mergulhar a pique e deliciar-me com uma qualquer iguaria. "Ó Vasco, mas isso é só roubar comida, não precisas de asas para isso." Sim, é verdade, mas assim eu descia dos céus e roubava o prato à minha presa num piscar de olhos, não havia risco nenhum de ser impedido, apanhado ou identificado. Isto também ia funcionar com sacos de compras, portanto mais uma actividade que era trocada (sinónimos também conta). É certo que isso envolveria todo o tipo de compras e que tinha de me sujeitar ao escolhido por outra pessoa, mas valia o risco. Só não podia era substituir produto nenhum caso não me agradasse. Quer dizer, se o recibo estivesse no saco...

 

Não ia usar os meus fabulosos apêndices só para o mal, usava para chatear as outras pessoas também. Coisas do género de atravessar uma passadeira o mais devagar possível e, depois, quase a chegar ao outro lado, levantar voo só para mostrar que o podia ter feito logo à partida. 

Ou então, encontrar duas pessoas a passear juntas e esperar por um momento de distracção de uma delas. Assim que esse momento ocorresse, descia a pique, agarrava numa delas e deixava-a do outro lado da rua. Deixava a confusão e incredulidade instalarem-se e, quando o momento fosse certo, voltava a repor o que havia desfeito, aumentando a confusão e instalando a dúvida na pessoa que não tinha sido por mim agarrada e que não percebia como o amigo(a) de repente tinha aparecido do outro lado da rua para, segundos depois, estar de novo ao pé dela. Já que é óbvio que ninguém ia acreditar na palavra da minha vítima, que fora movida por um homem voador, essa pessoa ia cair em desgraça e ser queimada como bruxa, mas isso é conversa para outro dia.

 

 

 

Tema do Dia - Substituições (#02)

O tema do dia, escolhido pelos meus colegas, é, ao que parece, substituições. E calha bem, porque eu estou mesmo a precisar de substituir... um dente.

Ligação forçada? Talvez.

E preciso de substituir um dente, não por outro - porque, infelizmente, já não tenho idade para ainda ter suplentes a aguardar a sua vez para jogar -, mas sim por um implante.

Não me soa bem, "ter um implante na boca"... A menos que estejamos a falar dos implantes de uma actriz porno de meia-idade. Sinto-me velho, acabado, cada vez que penso que preciso de um implante.

Substituir um dente por um implante só me parece bem se for por um daqueles revestidos a ouro, que brilham quando a pessoa abre um pouco mais a boca para comer uma fatia de broa. Mas como isso, pelos vistos, não se usa desde os anos 1930, vou ter de arranjar outra solução.

6(1).jpgDeixar o espaço extra na gengiva sem nada não é opção, porque depois os restantes dentes começam a afastar-se uns dos outros para lá se instalar e eu gosto de manter a união dentro da minha boca.

Sim, eu sei que a conversa está estranha...

Se não gostam, então substituam por outra.

Tema do Dia - Substituições (#01)

 Todo o povo português tem um certo apreço pelo futebol, por isso não é de espantar que vivamos num país cheio de treinadores de bancada, homens e mulheres que do alto do seu sofá pensam saber mais do que qualquer técnico do futebol. Um chico-espertismo inerente a uma gente que nunca está contente com nada desde que me lembro. Bem, tendo em conta esta histórica herança cultural, decidi pôr-me à prova e mostrar que, também eu, sou melhor a decidir quem fica e quem sai (para depois ser corrigido por outros chicos-espertos nos comentários).

 
#1 

substituição 1.jpg

 

 Começo pelo futebol, só para isto fazer mais sentido. Eliseu tem sido aquele que todos os Benfiquistas adoram odiar praticamente desde que chegou a Lisboa (aposto que alguém no Belenenses também o odiava). Por isso decidi resolver o assunto de uma vez por todas, com o único homem que pode pode rivalizar com Bob Marley no amor pela Ganja, Snoop Doggy Dogg. O porquê desta substituição é simples: a principal regra de fumar erva consiste no famoso "puff, puff, pass", ou seja duas "passas" e passa-se a quem está ao lado. Logo aí são três passes com sucesso, uma melhoria de 300% em relação ao jogador açoriano.
 
#2 

substituição 2.jpg

 

 A minha segunda substituição consiste na troca do deputado José Manuel Coelho pela Sara Sampaio. Uma troca óbvia, afinal quem é que os portugueses preferem ver apenas de roupa interior e chapéu?
 
#3

substituição 3.jpg

 

 A minha última substituição é a mais difícil, porque ninguém quer vender action figures de "O homem do boné" ou vender bandas desenhadas de "O senhor simpático que ajudou a velhinha a atravessar a estrada", mas acho que já está na altura de focarem os blockbusters de Hollywood nos verdadeiros heróis do dia-a-dia, como este senhor que salvou um menino distraído pelo telemóvel de levar com um taco de Baseball na cabeça. Pessoas com quem a audiência se possa realmente identificar, e não o Deus do trovão ou um gajo verde e semi-nu. Resta apenas saber quem seria o vilão nesta história, o jogador que não conseguiu agarrar o taco? Ou então esta geração de gente que paga centenas de dólares para ir ver um jogo ao estádio mas mesmo assim não consegue levantar a cabeça de um pequeno ecrã?
 
 Bem, seja como for, se alguém concordar com isto estou a começar uma série de BDs intitulada "A sensacional senhora que segurou o elevador para eu entrar" e preciso de ilustradores. Os interessados é favor contactarem-me, obrigado.