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Queria? Já não quer?

Estabelecimento gerido por taberneiros armados em engraçados.

Queria? Já não quer?

Estabelecimento gerido por taberneiros armados em engraçados.

Propostas Revolucionárias

As notícias sobre uma descriminalização, até certo ponto e mediante certos parâmetros, dos casos de agressão familiar na Rússia têm gerado muita controvérsia. Passando a ser uma infracção administrativa, punida com multa e apenas alguns dias de prisão ou trabalho comunitário, considera-se que porá em causa a protecção contra a violência doméstica. Ninguém fica indiferente a tal proposta, que trivializa um acto de violência e retira responsabilidade criminal desde que as agressões não sejam graves e as marcas não passem de arranhões ou hematomas, por exemplo, e desde que seja um caso isolado e não um acto recorrente.

 

Mais do que qualquer comentário sobre esta medida há que retirar ideias e capitalizar neste momento. Com informações que fui apurando junto das minhas fontes estou em condições de adiantar certas propostas que serão discutidas na assembleia da república à boleia das ideias russas.

 

Fonte de informação confidencial

Uma das minhas fontes, junto da qual obtive estas informações

 

  • Uma vez por ano será permitido trincar a ponta do dedo de um fiscal da emel (ou de alguém com responsabilidade equivalente) na porta do carro, mesmo que não haja qualquer motivo para tal. Se houver motivo que o justifique, pode esmagar até quatro dedos de uma vez, desde que não os parta;
  • De dois em dois anos será permitido, com reduzidas contrapartidas, a todos os cidadãos roubar uma única coisa. Se o valor do furto ultrapassar os 2000€ o estado tem direito a 35% do seu valor;
  • Agredir um árbitro de futebol por ano, desde que não o deixe incapacitado de exercer a sua função;
  • Poderá optar entre passar um sinal vermelho a cada seis meses ou circular em excesso de velocidade uma vez a cada 18 meses sem nenhuma penalização legal;
  • Crimes de ódio passam a ser aceites se não passarem de um acto isolado num período de um ano e que não causem mazelas psicológicas à vítima por um período superior a três meses;
  • Ser apanhado a copiar ou com cábulas em algum exame deixará de ser motivo para penalização, caso seja a primeira vez no ano lectivo e não um acto recorrente;
  • Se não passar de um acto isolado num espaço de três anos a violação é descriminalizada, desde que não exceda os 75 segundos de duração nem deixe marcas físicas;
  • Mesmo se se provar ser acto recorrente, fazer batota no monopólio será permitido caso contribua para um fim mais rápido do jogo.