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Queria? Já não quer?

Estabelecimento gerido por taberneiros armados em engraçados.

Queria? Já não quer?

Estabelecimento gerido por taberneiros armados em engraçados.

Os hinos dos três grandes, analisados pelos rivais - Sporting C.P.

 

Cada vez que oiço a marcha do Sporting C.P., começo logo a sacar das acendalhas e desato a correr em direcção à lota para comprar sardinhas, porque penso que já é altura das festas do Santo António.

 

O tinir desta música (que, tecnicamente, não é o hino do clube) faz-me pensar que estou nuns santos populares quaisquer, a bebericar umas frescas e a dar marteladas ou a oferecer manjericos a pessoas aleatórias que passam na rua.

Faz-me crescer um bigode farfalhudo, uma barriga farta e um fio de ouro ao pescoço. Fico com vontade de mandar piropos às miúdas na rua, enquanto roo num palito.

Isto vindo de um clube que é conhecido por ter sido fundado por gente abastada e de boas maneiras, o que torna tudo ainda mais curioso.

 

Já a recorrente chamada pela "rapaziada", vinda de uma senhora de 83 anos que pinta o cabelo de loiro e de verde, tem toda uma conotação estranha, quase bizarra.

 

Em termos de letra, esperava-se mais conhecimento por parte dos sportinguistas acerca da história do seu próprio clube.

Logo no primeiro refrão, canta-se: "O Sporting nasceu... um dia".

Mas, pá, qual dia?! Parece que não se lembraram da data na altura, e lançaram a música como calhou...

 

Por fim, e vindo de um clube que reclama todos os dias de injustiças, seja por parte dos árbitros, seja por parte das próprias condições climatéricas em dias de jogo, isto é de desconfiar:

 

"Rapaziada, quer se possa
Ou se não possa
A vitória será nossa"

 

Quer se possa ou se não possa? Estarão eles a dizer que vão ganhar a todo o custo?

Mas quê, tipo, sendo beneficiados?

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