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Queria? Já não quer?

Estabelecimento gerido por taberneiros armados em engraçados.

Queria? Já não quer?

Estabelecimento gerido por taberneiros armados em engraçados.

Os hinos dos três grandes, analisados pelos rivais - F.C. Porto.

 

Se eu instaurasse uma ditadura, o hino que escolheria seria o do F.C. Porto.

Não me interpretem mal, eu até acho interessante o tom afirmativo do hino nortenho, mas chega a ser um bocadinho militarizado demais. É bruto, vá!

 

Começa, desde logo, ao som de uma banda filarmónica com os músicos de instrumentos em riste e peito cheio, a bufar a plenos pulmões. Vale a voz doce da cantora, que corta um bocado do que se poderia facilmente tornar num êxito musical norte-coreano.

 

Depois, tal como no hino do Sporting, em que se chama pela "rapaziada", aqui apela-se à "mocidade".

Há aqui um padrão... Parece que, em ambos os casos, os velhos não podem puxar por estes clubes. A partir de uma certa idade, têm de entregar o seu cartão de sócio e abraçar o xadrez, ou outra modalidade desportiva qualquer.

 

Além disso, a repetição, no refrão, da palavra "Porto" dez vezes (sim, eu contei-as) parece-me excessiva. Redundante, até.

Éramos capazes de chegar lá sem a insistência; só com base nas camisolas e, vá, no estádio que nos rodeia.

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