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Queria? Já não quer?

Estabelecimento gerido por taberneiros armados em engraçados.

Queria? Já não quer?

Estabelecimento gerido por taberneiros armados em engraçados.

"Je suis", onde estão?

Uma recente capa do jornal satírico francês Charlie Hebdo anda novamente a indignar várias pessoas.

Desta vez, a onda de protestos vem de vários cidadãos belgas, que repudiam a forma como o jornal fez referência aos atentados em Bruxelas de há uma semana.

Na famigerada capa, é mostrado um cantor belga que tem uma música chamada "Pai, onde estás?"; ao seu redor, os membros mutilados das vítimas respondem que estão aqui, ou que estão ali:

12439093_1118405321515938_3080060943260393869_n.jpVirou-se o feitiço contra o feiticeiro... Agora, parece que o Charlie Hebdo já não tem a plena liberdade que ainda há sensivelmente um ano atrás as mesmíssimas pessoas defendiam que tinha.

Não vou distender mais este assunto, dos limites do humor, do qual já falei aqui (em relação a outro caso). Mas, mais uma vez, senhoras e senhores: uma piada é uma piada! Desenrasquem-se!

Podem não ter estômago para ela, tal como eu não tenho estômago para comer marisco, mas não a podem impedir de existir! Tal como eu não posso impedir o marisco de se enfiar em tudo o que é menu de restaurantes finórios, porque há quem goste e até pague balúrdios para o comer.

A liberdade de expressão deve ser plena, e para todos.

Se não, é só libertinagem.