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Queria? Já não quer?

Estabelecimento gerido por taberneiros armados em engraçados.

Queria? Já não quer?

Estabelecimento gerido por taberneiros armados em engraçados.

Futebol à boa moda irlandesa.

Os adeptos irlandeses são fenomenais!

Não me venham com merdas de "os portugueses também, porque isto e aquilo", porque os outros não dão hipótese.

Os gajos estão a marcar-se pela diferença neste Euro 2016, de variadas maneiras. Em primeiro lugar porque contrariam o clima de violência e de tensão que se tem gerado através de confrontos entre adeptos ingleses (seus vizinhos) e russos, bem como pela constante ameaça terrorista.

E de que forma é que os adeptos irlandeses se estão a destacar da competição, seja ela jogadores e adeptos adversários ou mesmo células fundamentalistas?

 

Em primeiro lugar, põem a tocar e cantam e dançam com os rivais músicas de alguns dos artistas mais conhecidos daquele país.

Com os suecos, por exemplo, cantaram Abba:

 

Em segundo lugar, "avacalham" (dito à boa maneira portuguesa) com Will Grigg, um jogador do Wigan da terceira divisão inglesa e que tem andado endiabrado em termos de golos.

Apesar de o avançado não ter posto os pés em campo, passou a ser estrela por causa desta música:

 

Em terceiro lugar, são bons visitantes e ajudam os transeuntes na rua a fazer a sua vidinha normal, porque não querem interferir:

 

 

Em terceiro lugar, fazem-se a uma mulher polícia. E depois ao esquadrão todo.

Arriscado? Sim, talvez, mas eles conseguem.

Porque são, no fundo, bêbados fixes. E os bêbados fixes, por lei, nunca podem ser presos:

 

E, por fim, num rasgo que, para mim, é de pura genialidade, mandam os adeptos suecos para casa.

Mas desta forma, com a violência de parte porque isso é para os fracos:

 

Os pais irlandeses deviam ganhar incentivos financeiros pela boa educação que dão aos filhos.